Azuis, veias azuis como o céu. Me pergunto "por que todo esse azul de um vermelho?"
Queria ter a alma azul, azul bonito, azul de azul de me deixar terna. Mas não...
Meus pulsos, ah meus pulsos, não fraquejem agora, não... não.
Quero sentir por alguns segundos mais a força da vida movendo-os, fazendo o sangue percorrer todo o corpo e a vida percorrer a alma.
Fecho os olhos, meus pulsos já fracos, já não sinto... não sinto.
Deixo ir, deixo de sentir, deixo de ficar, deixo de lutar, me deixo...
Já não há pulsos fracos, mas pulsos, somente pulsos frios.