domingo, 17 de março de 2013

As borboletas voaram.
As nuvens ao infinito se foram.
Os pássaros, buscaram novos horizontes.
A folha voo com liberdade ao céu.
A tinta se sentia viva ao tocar a tela.
As mãos se mexiam sem parar, sobre as teclas mudas,
que contavam poesias.
A jovem menina ficava ali, observando tanta vida, tanta liberdade,
e se sentindo tão sozinha, tão presa.
Pobre menina, não sabia que tinha o mundo na palma de sua mão,
pois tinha alma de anjo, e no seu olhar o infinito.

terça-feira, 5 de março de 2013

Tudo ao nada

Pensar no que poderia ter feito, ter falado, ter agido.
Não. Eu quero só um papel e o meu sangue, a fazer brotar fantasias.
 Angustia, tristeza, não pode haver, só anjos a cair do céu. Oh céu.
E o meu que era tudo, se resumo a um nada, absolutamente nada.
Nada, não como uma folha em branco que é o meu tudo, mas como um nada.
Explicação não existe, não existe, mas existe ainda as flores azuis do verão.