As borboletas voaram.
As nuvens ao infinito se foram.
Os pássaros, buscaram novos horizontes.
A folha voo com liberdade ao céu.
A tinta se sentia viva ao tocar a tela.
As mãos se mexiam sem parar, sobre as teclas mudas,
que contavam poesias.
A jovem menina ficava ali, observando tanta vida, tanta liberdade,
e se sentindo tão sozinha, tão presa.
Pobre menina, não sabia que tinha o mundo na palma de sua mão,
pois tinha alma de anjo, e no seu olhar o infinito.
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