Na vida ela era a menina amada. Amada, mas não amava.
Vivia pelas ruelas dos grandes centros procurando um canto, um breu, um esconderijo.
Ninguém sabia aonde ou quando encontra-lá, mas quando acontecia ela era amada. Não amava.
Tão mesquinha, tão menina.. Eu a conheci, olhei nos olhos dela e vi que amor não existia.
Ela me amou, e eu.. Ah pobre de mim, voltei pro meu mar, ah meu mar que sempre vou amar.
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